Condes de Arraiolos

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  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1429/10/03
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Estevão Anes, ovelheiro, e sua mulher, Mor Eanes, moradores em Évora, vendem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, também moradores em Évora, uma herdade localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera, por dois mil reais brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1431/04/05
    Tipologia documental:
    Carta de Sesmaria
    Nível:
    Documento simples

    Gil Afonso e Vicente Lourenço, moradores em Evoramonte, sesmeiros, em nome de D. Fernando, conde de Arraiolos, concedem a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, uma herdade em sesmaria, localizada no termo de Evoramonte.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1429/10/03
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Estevão Anes, ovelheiro, e sua mulher, Mor Eanes, moradores em Evoramonte, vendem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, uma herdade localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera, por dois mil reais brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1431/04/05
    Tipologia documental:
    Carta de Sesmaria
    Nível:
    Documento simples

    Gil Afonso e Estevão Lourenço, moradores em Evoramonte, sesmeiros, em nome de D. Fernando, conde de Arraiolos, concedem a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, uma herdade em sesmaria, localizada no termo de Evoramonte.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1431/04/05
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Garcia Lourenço, em nome de Manuel Rodrigues de Aguiar, contador do rei, e de sua mulher, Beatriz Gonçalves, toma posse de uma herdade, localizada no termo de Evoramonte, na Ribeira de Tera.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1449/02/07
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Por ordem do rei D. Afonso foram restituídos a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, todos os bens que lhe haviam sido retirados pelo infante D. Pedro, enquanto foi regedor do reino.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1429/11/10
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, toma posse de uma herdade no termo de Évoramonte no lugar onde chamam ribeira de Tera. A posse é-lhe dada por Gil Afonso, juiz ordinário da vila.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1444/?/07
    Tipologia documental:
    Outro
    Nível:
    Documento simples

    Instrumento relativo a umas casas e vinhas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, que traziam de foro Gomes Arvado e sua mulher, Leonor Vicente.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1463/08/23
    Tipologia documental:
    Carta
    Nível:
    Documento simples

    Carta testemunhável de D. Fernando, neto de D. João I, duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos, de Ourém e de Arraiolos onde dá conta que perante o seu ouvidor, Martim Anes de Aguiar, estando este em juízo, apareceu Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, e apresentou uma carta régia de D. Afonso V e um alvará do mesmo rei relativos aos privilégios que foram concedidos a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel por aquele soberano. Brites Gonçalves fora casada com Manuel Domingues de Aguiar, contador régio, e casara posteriomente com o Mem Rodrigues, vindo este a herdar os privilégios referidos e alguns bens, entre os quais uma herdade em Evoramonte. Como esta localidade era jurisdição do duque de Bragança, Mem Rodrigues requereu ao seu ouvidor que lhe guardasse nessa vila os privilégios concedidos. O ouvidor, solicitou então, ao escrivão do duque na mesma terra que lhe desse uma carta testemunhável. Disse também o magistrado senhorial que desejava cumprir as ordens do rei e de sua senhoria e que havia nove anos que os privilégios foram concedidos e que em todo esse tempo nunca fora notificado nem fora mostrado documento dos mesmos senão havia poucos dias a todos os vizinhos ao redor da sua heradde e aos moradores do termo de Evoramonte. Existiam, no entando, dois aspectos a considerar: a herdade ficava em lugar que não devia ser coutada porque se o fosse os vizinhos da vila não poderiam usufruir dela; a mesma herdade fora dada de sesmaria a Manuel Domingues e por muito tempo não foi aproveitada, havendo também uma contenta sobre as demarcações da mesma que enquanto não fosse resolvida não permitia cumprir o privilégio. Então o ouvidor mandou ordens aos juízes de Evoramonte para que fossem ver a terra em causa e as suas confrontações presentes na carta de sesmaria. Assim, quando fosse certo e sabido por onde passavam os limites da herdade, o ouvidor o faria saber ao duque por razão do privilégio régio que tinha de que quando os mandados régios fossem para as terras ducais que o duque os pudesse reter até que escrevesse ao rei algumas razões que pudesse ter para apresentar sobre os assuntos aí tratados. Disse também o ouvidor que considerava que ao duque não aprazia que a referida herdade fosse coutada pois seria prejudicial para os seus reguengos e de muitos outros lavradores comarcães. Por isso pedia de mercê ao rei que lhe desse lugar a informar o duque e que ele lhe daria resposta se tinha algum embargo. E dada esta resposta pelo ouvidor, Mem Rodrigues pediu esta carta testemunhável que lhe é dada.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1448/10/05
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Instrumento trasladado dado por autoridade de justiça na presença de Rui Gonçalves, escudeiro, juiz ordinário, perante o qual foi mostrado um instrumento escrito em pergaminho apresentado por Sancha Nogueira, freira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O documento que a freira apresenta e que é trasladado neste acto consiste num instrumento de posse de umas vinhas no termo da cidade de Évora. Este documento trasladado, por sua vez, traslada outros dois: uma sentença e um alvará do condestável que ordena que o mosteiro seja colocado em posse dos bens.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1386/02/25
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    O procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse de umas vinhas, no termo da cidade. Apresentou, para isso, uma sentença e um alvará do condestável (que são trasladados neste documento) onde era dada ao mosteiro a posse desses bens. O acto da posse faz cumprir a sentença e o alvará que foram entregues ao porteiro (?) do concelho para que colocasse o mosteiro na posse dos bens, o que acontece.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1386/02/23
    Tipologia documental:
    Sentença
    Nível:
    Documento simples

    Sentença do condestável dirigida aos juízes da cidade de Évora. Nela se refere ter ido à sua presença uma demanda entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Martim Gil, escudeiro, morador na cidade. Em vida de João Rodrigues, escudeiro, morador em Évora, deixou a sua mulher, Mécia Gil, em testamento datado de 15 de Julho de 1369 (Era de 1407), todos os bens móveis e de raiz (herdades e vinhas) que tinha na cidade e nos reinos de Portugal e no Algarve para os fruir apenas enquanto vida pois, pela sua morte, deviam ficar para o mosteiro pela sua alma.
    Porém, Mécia Gil voltara a casar com Nuno Fernandes Cogominho, que foi para o reino de Castela, inimigo destes reinos, tendo vindo fazer a guerra ao reino de Portugal matando, roubando e queimando as terras portuguesas e ficara de posse dos bens que pertenciam ao mosteiro.
    Assim, a casa religiosa pedia que lhes fosse dada a sua posse. A sentença é favorável ao mosteiro referindo-se também que Martim Gil e as freiras fizeram uma amigável composição em que aquele deixara as herdades ao mosteiro.
    O condestável o mandou por Gil Martins, escolar em leis, seu ouvidor.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1386/02/25
    Tipologia documental:
    Alvará
    Nível:
    Documento simples

    Alvará assinado por Gil Martins, ouvidor do condestável, em que refere que a carta de sentença que acompanha, e nas costas da qual vai trasladado, é dirigida a todas as justiças de Portugal e do Algarve e ao porteiro do concelho de Évora e onde ordena, em nome do rei e do conde, que façam cumprir a referida sentença, pondo em posse dos bens aí referenciados o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, ainda que sejam fora da cidade e do seu termo.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1386/??/??
    Tipologia documental:
    Sentença
    Nível:
    Documento simples

    Sentença de Gil Martins, ouvidor do condestável, referente a uma demanda movida pela abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris, através de seu procurador, sobre uma herdade em Avis e outra no termo de Montemor-o-Novo, e duas vinhas junto ao mosteiro.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1386/02/25
    Tipologia documental:
    Alvará
    Nível:
    Documento simples

    Alvará dirigido às justiças do rei por Gil Martins, ouvidor do condestável, da parte do rei e do condestável, para que cumpram a sentença que o acompanha, referente a uma demanda movida pela abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris (sobre uma herdade em Avis e outra no termo de Montemor-o-Novo, e duas vinhas junto ao mosteiro) e em que manda ao porteiro da cidade de Évora que vir a sentença que coloque de posse dos bens referidos a abadessa do mosteiro ou seu procurador.

  • Fundo:
    Mosteiro das Chagas de Vila Viçosa
    Datas de produção/acumulação:
    1454/01/01
    Tipologia documental:
    Instrumento de Partilhas
    Nível:
    Documento simples

    Instrumento de partilhas entre Vasco Afonso Calça e sua mulher, Catarina Vasques, vizinhos e moradores em Vila Viçosa, de um lado, e Leonor Afonso Penteira, viúva de Fernando Afonso Calça, vizinha e moradora na mesma vila (por si e em nome de suas filhas menores: Catarina e Teresa), do outro. Partilham entre si todos os bens móveis e de raiz que ficaram por morte de Afonso Vasques e de Catarina Calça, pai e mãe de Vasco Afonso Calça e de Fernando Afonso Calça.

  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Estremoz
    Datas de produção/acumulação:
    1443/12/13
    Tipologia documental:
    Testamento
    Nível:
    Documento simples

    Gonçalo Eanes Tereno, morador em Estremoz, encontrando-se doente em Évora, na Casa dos Pobres, faz as seguintes disposições testamentárias: solicita que o seu corpo seja enterrado no convento de São Francisco de Estremoz; deixa a Beatriz, pobre que se encontra na Casa dos Pobres, 300 reais brancos; deixa a cada uma das outras mulheres pobres que se encontram na mesma casa 50 reais brancos; entrega 1000 reais às referidas pobres para refazerem uma parede que se encontra mal reparada; deixa a Ana Gonçalves e a Catarina Gonçalves, filhas de Inês Martins, pobre, dois chumaços novos de penas para os seus casamentos; a seu irmão Afonso Eanes deixa 100 reais brancos; e nomeia como seu testamenteiro Francisco, seu sobrinho e pobre do Vale do Infante

  • Fundo:
    Bacharéis da Sé de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1431/08/06
    Tipologia documental:
    Procuração
    Nível:
    Documento simples

    Afonso Eanes e Afonso Gonçalves, bacharéis da Sé de Évora, criados de Luís Gonçalves, tesoureiro da Sé, e seus testamenteiros, fazem seus procuradores Gonçalo Pires, João Pires Trafeiro e Gonçalo Vasques para tratarem de todos os aspectos relativos ao testamento de Luís Gonçalves.

  • Fundo:
    Mosteiro das Chagas de Vila Viçosa
    Datas de produção/acumulação:
    1454/01/07
    Tipologia documental:
    Quitação
    Nível:
    Documento simples

    Quitação que dão Rodrigo Anes da Tendeira e sua mulher, Leonor Gonçalves Calça; e Nuno Madeira, por si e por seus filhos menores, Diogo, Beatriz, Vasco e Gil, todos vizinhos e moradores em Vila Viçosa, a Leonor Afonso, viúva de Fernando Afonso Calça, de tudo o que podiam herdar por morte de Catarina Calça mãe de Leonor Gonçalves e [...]

  • Fundo:
    Mosteiro das Chagas de Vila Viçosa
    Datas de produção/acumulação:
    1449/06/12
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    João Rodrigues de Barros e Teresa Rodrigues vendem a Fernando Afonso Calça e a Leonor, todos moradores em Vila Viçosa, um ferragial, localizado na vila.

  • Fundo:
    Câmara Municipal de Arraiolos
    Datas de produção/acumulação:
    1410/02/22
    Tipologia documental:
    Sentença
    Nível:
    Documento simples

    Sentença régia relativa a um processo entre Rodrigo Eanes, Gonçalo Pires, alcaides de Arraiolos, e João Eanes, dito revaldeiro, lavrador, morador no termo de Arraiolos, estando em questão uma canada de gado.

  • Fundo:
    Mosteiro das Chagas de Vila Viçosa
    Datas de produção/acumulação:
    1448/03/25
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Venda que faz Maria Anes Penteiro (?), viúva, vizinha e moradora em Vila Viçosa, a Fernando Álvares e a sua mulher, Leonor Afonso, filha da vendedora, também moradores em Vila Viçosa, de um pardieiro de adega com a parte da lagariça [sobrelinhado: vasilha] que lhe pertencia de direito, e de uma casa na rua do Postigo, por quatro moios de trigo bom.

  • Fundo:
    Igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo
    Datas de produção/acumulação:
    1437/03/11
    Tipologia documental:
    Carta Régia
    Nível:
    Documento simples

    Carta régia de D. Duarte sobre a reforma da moeda. Esta fora levada a cabo em Santarém a 25 de Outubro de 1435 e registada nos livros das ordenações da sua chancelaria por solicitação dos infantes seus irmãos e do conde seu irmão e sobrinhos, bem como de outros fidalgos e dos prelados, mosteiros e igrejas e outras pessoas que recebiam foros de propriedades e que se sentiam lezados por estarem essas aforadas na moeda antiga. A carta foi passada por solicitação de D. Fernando, conde de Arraiolos, sobrinho do rei.

  • Fundo:
    Mosteiro das Chagas de Vila Viçosa
    Datas de produção/acumulação:
    1429/01/07
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Gonçalo Anes, besteiro, e sua mulher vendem a Afonso Vasques, criado do Condestável, e a Catarina Caeça, moradores em Vila Viçosa, uma herdade, localizada no termo da vila, por quatrocentos reais Brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa
    Datas de produção/acumulação:
    1409/02/05
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Traslado de carta de venda de uma casa aos pobres da serra de "Chamaçom de Macheu". O traslado é solicitado por João Afonso, pobre, a Afonso Mendes, juiz em Vila Viçosa.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa
    Datas de produção/acumulação:
    1395/05/16
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Venda que fazem Afonso Lopes e sua mulher, Marinha Domingues, vizinhos e moradores em Vila Viçosa, aos pobres da serra de "Chamaçom de Macheu", de uma casa em Vila Viçosa na rua dos Paços d'el Rei, por duzentas libras de moeda corrente.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1439/03/25
    Tipologia documental:
    Carta de Sesmaria
    Nível:
    Documento simples

    Carta de sesmaria de Gil Vasques, cavaleiro (?), e de Gomes Eanes Barreco (?), moradores em Évoramonte em que, por carta do conde de Arraiolos, dão de sesmaria a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, uma terra de mato.