Câmara Municipal de Vimieiro

Localização estrutural dos conteúdos:
Localidade:
Vimieiro
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  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1447/06/25
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Lopo Gonçalves, escudeiro, e sua mulher, Violante de Oliveira, vendem ao conde de Odemira e à condessa, D. Mécia de Sousa, um assentamento de herdade, localizada no termo de Vimieiro e de Pavia, por cinco mil reais brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1440/07/10
    Tipologia documental:
    Apelação
    Nível:
    Documento simples

    Mor Pires Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, refere que arrendou, por quatro anos, a Lourenço Vasques, morador no Vimieiro, uma herdade, localizada no termo da vila, no Vale do Gião, pelo foro de um quinto da produção.
    Apresenta o contrato de arrendamento como prova de verdade e solicita a Vasco Lourenço, juiz ordinário da vila do Vimieiro, que lhe seja entregue o referido foro.

  • Fundo:
    Mosteiro de Santa Clara de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1495/03/16
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Afonso de Lamede, escudeiro do rei, morador em évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, por procuração feita em Évora por Rui de Carvalho, a 13 de Março de 1495, toma posse de todas as terras e rendas que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por Pedro Soeiro, juiz ordinário do Vimieiro.

  • Fundo:
    Mosteiro de Santa Clara de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1500/01/10
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Pedro Álvares, escudeiro da rainha, morador em Évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, toma posse de todos os bens que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por João Velho, juiz ordinário do Vimieiro que manda também que o tabelião vá com alguns homens antigos demarcar as terras que não estavam demarcadas.