Gafaria de São Lázaro de Évora

Localização estrutural dos conteúdos:
Localidade:
Évora
Entidade detentora:
Arquivo Distrital de Évora
História custodial e arquivística:

Para conhecimento da documentação que se encontra no Arquivo Distrital de Évora consulte-se o inventário do fundo da Santa Casa da Misericórdia.

Conteúdos do fundo:
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Informação contida em outros fundos:
  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1406/09/02
    Tipologia documental:
    Testamento
    Nível:
    Documento simples

    Testamento de Leonarda João (?), mulher viúva de Estêvão Anes, no qual deixa grande parte dos seus bens a pessoas particulares e alguns a instituições eclesiásticas de Évora.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1417/03/20
    Tipologia documental:
    Testamento
    Nível:
    Documento simples

    Testamento de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora, no qual deixa parte dos seus bens a instituições eclesiásticas de Évora (Cabido da Sé, albergaria do Corpo de Deus da Sé, mosteiro de São Bento de Cástris, convento de São Francisco, Convento de São Domingos, gafaria de São Lázaro), de Monsaraz (igreja de Santiago) e a pessoas particulares.

  • Fundo:
    Mosteiro de Santa Clara de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1510/08/10
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Venda que faz Fernão de Sá, cavaleiro da casa do rei, contador dos resíduos da comarca da Estremadura, morador em Coimbra, por si e como procurador de sua mulher, Margarida Borges, a Vasco Corte Real, do conselho do rei e vedor da sua fazenda, e a sua mulher, D. Joana, de uma herdade no termo de Évora na Abóbada, próximo da ribeira da Murteira, por duzentos e trinta mil reais brancos. A venda é feita com autorização de Gonçalo Privado, cavaleiro da casa do rei e juiz dos orfãos de Coimbra, pois existiam filhos menores de um anterior casamento de Fernão de Sá com Maria Correia que tinham parte na herdade.

  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1494/08/11
    Tipologia documental:
    Aforamento
    Nível:
    Documento simples

    Sebastião Vaz, escudeiro da casa do rei e provedor dos orfãos, capelas, hospitais, e contador e juiz dos resíduos e obras em toda a contadoria de Évora, manda João Gonçalves, porteiro do concelho, que apregoe umas casas que foram de Pedro Anes, porteiro dos contos, situadas na rua de Afonso de Magalhães, em que vivem as filhas de Mem Rodrigues de Castelo Real. As casas estavam aforadas a Diogo Fernandes da Costa por menos de metade do que outra pessoa poderia dar. Feito o pregão quem mais deu pelas referidas casas foi Inês Mendes, em seu nome e de suas irmãs, Beatriz Mendes e Leonor Mendes. Assim, as casas são lhe arrematadas e aforadas por seiscentos reais de foro, pagos em Santa Maria de Agosto. O foro das casas tinha sido deixada em testamento (parece que por Pedro Anes) ao convento de São Francisco de Évora e à gafaria de São Lázaro de Évora e a cada uma das instituições se devia pagar metade do valor cobrado.

  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1423/08/17
    Tipologia documental:
    Cláusula de Testamento
    Nível:
    Documento simples

    Traslado em pública forma de claúsulas do testamento de Pedro Esteves Galego, lavrador, que fora morador em Évora e que redigira o documento em 28 de Fevereiro da Era de 1443. Nele fez sua alma por herdeira de seus bens. Deixa aos gafos parte da herdade da Murteira para rezarem uma missa por sua alma e determina que a mesma seja dita no convento de São Francisco de Évora. deixa também aos gafos parte do seu poço novo da casa do Moinho de Vento, com seu quintal, e parte das vinhas e covas de ter pão. O traslado é solicitado por mestre Afonso de Oliveira, freire e guardião do convento de São Francisco de Évora, ao juiz do crime da cidade, Vasco Rodrigues Façanha, escudeiro. O guardião do convento assume o encargo de dizer a missa pela alma do defunto mas refere que não tinham como obrigar os gafos a pagarem-lhe o trabalho pelo que pede este traslado para segurança do convento. As claúsulas são copiadas pelo tabelião do testamento registado num seu livro de notas.