Casa do Conde de Odemira

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  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1447/06/25
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Lopo Gonçalves, escudeiro, e sua mulher, Violante de Oliveira, vendem ao conde de Odemira e à condessa, D. Mécia de Sousa, um assentamento de herdade, localizada no termo de Vimieiro e de Pavia, por cinco mil reais brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1463/08/23
    Tipologia documental:
    Carta
    Nível:
    Documento simples

    Carta testemunhável de D. Fernando, neto de D. João I, duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos, de Ourém e de Arraiolos onde dá conta que perante o seu ouvidor, Martim Anes de Aguiar, estando este em juízo, apareceu Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, e apresentou uma carta régia de D. Afonso V e um alvará do mesmo rei relativos aos privilégios que foram concedidos a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel por aquele soberano. Brites Gonçalves fora casada com Manuel Domingues de Aguiar, contador régio, e casara posteriomente com o Mem Rodrigues, vindo este a herdar os privilégios referidos e alguns bens, entre os quais uma herdade em Evoramonte. Como esta localidade era jurisdição do duque de Bragança, Mem Rodrigues requereu ao seu ouvidor que lhe guardasse nessa vila os privilégios concedidos. O ouvidor, solicitou então, ao escrivão do duque na mesma terra que lhe desse uma carta testemunhável. Disse também o magistrado senhorial que desejava cumprir as ordens do rei e de sua senhoria e que havia nove anos que os privilégios foram concedidos e que em todo esse tempo nunca fora notificado nem fora mostrado documento dos mesmos senão havia poucos dias a todos os vizinhos ao redor da sua heradde e aos moradores do termo de Evoramonte. Existiam, no entando, dois aspectos a considerar: a herdade ficava em lugar que não devia ser coutada porque se o fosse os vizinhos da vila não poderiam usufruir dela; a mesma herdade fora dada de sesmaria a Manuel Domingues e por muito tempo não foi aproveitada, havendo também uma contenta sobre as demarcações da mesma que enquanto não fosse resolvida não permitia cumprir o privilégio. Então o ouvidor mandou ordens aos juízes de Evoramonte para que fossem ver a terra em causa e as suas confrontações presentes na carta de sesmaria. Assim, quando fosse certo e sabido por onde passavam os limites da herdade, o ouvidor o faria saber ao duque por razão do privilégio régio que tinha de que quando os mandados régios fossem para as terras ducais que o duque os pudesse reter até que escrevesse ao rei algumas razões que pudesse ter para apresentar sobre os assuntos aí tratados. Disse também o ouvidor que considerava que ao duque não aprazia que a referida herdade fosse coutada pois seria prejudicial para os seus reguengos e de muitos outros lavradores comarcães. Por isso pedia de mercê ao rei que lhe desse lugar a informar o duque e que ele lhe daria resposta se tinha algum embargo. E dada esta resposta pelo ouvidor, Mem Rodrigues pediu esta carta testemunhável que lhe é dada.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1461/11/11
    Tipologia documental:
    Alvará
    Nível:
    Documento simples

    Álvará régio de D. Afonso V em que informa que Mem Rodrigues, cavaleiro do conde de Odemira, seu muito amado primo e adiantado no reino do Algarve, lhe fez saber que ele e sua mulher, Beatriz Gonçalves, têm certos privilégios régios que não lhes querem guardar nas terras de D. Pedro e do duque de Bragança, conde de Arraiolos, seus muito amados primos. Pedia assim que o rei fizesse algo para remediar o assunto. Este manda a todos os juízes, justiças, oficiais e pessoas das terras dos seus primos que lhe façam nelas guardar os ditos privilégios.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1462/??/??
    Tipologia documental:
    Indefinida
    Nível:
    Documento simples

    Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, apresenta a um juiz os privilégios régios obtidos no que se referia a uma herdade. O juiz determina que se guardem os privilégios referidos e manda fazer a demarcação da herdade de modo a perceber-se onde a mesma se divide de uma outra de Fernão Morato.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1463/08/23
    Tipologia documental:
    Certidão
    Nível:
    Documento simples

    Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide do castelo de Estremoz, solicita o traslado de uma carta de Sesmaria.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1473/03/04
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Venda de uma herdade e duas courelas, localizadas no termo da vila do Vimieiro, por Dona Mécia de Sousa, condessa de Odemira, e Lourenço Gil, vigário de Sousel, a Mem Rodrigues, cavaleiro, cavaleiro a casa do conde de Faiam, e a Beatriz Gonçalves, por oitenta e seis mil e quinhentos reais brancos.

  • Fundo:
    Mosteiro de Santa Clara de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1495/03/16
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Afonso de Lamede, escudeiro do rei, morador em évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, por procuração feita em Évora por Rui de Carvalho, a 13 de Março de 1495, toma posse de todas as terras e rendas que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por Pedro Soeiro, juiz ordinário do Vimieiro.

  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Estremoz
    Datas de produção/acumulação:
    1463/10/19
    Tipologia documental:
    Testamento
    Nível:
    Documento simples

    Testamento de D. Sancho de Noronha, conde de Odemira e senhor de Aveiro, no qual instituí uma capela no convento de São Francisco de Estremoz.

  • Fundo:
    Convento de São Francisco de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1471/05/08
    Tipologia documental:
    Compra/venda
    Nível:
    Documento simples

    Rui Frazão e Fernão Abreu, solteiro e escudeiro, vendem a Luís Lopes, escudeiro do duque de Guimarães e sua mulher, Constança Colaça, um quinhão de herdade, localizada, no termo de Estremoz, por vinte e dois mil reais.

  • Fundo:
    Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora
    Datas de produção/acumulação:
    1462/07/26
    Tipologia documental:
    Instrumento de Posse
    Nível:
    Documento simples

    Perante Nuno Afonso, juiz ordinário em Évoramonte, fazendo audiência apareceram de um lado Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide por ele na vila de Estremoz, como autor e do outro Fernão Mourato [...], morador no termo da vila, como réu. Mem Rodrigues afirma que o réu tinha-lhe forçado um pedaço de uma terra que tinha sido dada de sesmaria por Gomes Eanes Barreco e por Gil Valente e pede ao juiz que lhe dê a posse dessa terra como a tinha antes. E o juiz julgando o caso por sentença mandou dar posse da terra ao Mem Rodrigues.